X-mas

Postado em meus dois cromossomos X com as tags , , , , em Dezembro 24, 2009 por Rafinha Wojahn

Me lembro como se fosse ontem, 2000INOVE começando e eu preparando, tipo Bridget Jones, fazendo meus planos para que o ano fosse melhor aproveitado. Escrevendo a minha retrospectiva dos fatos de 2008. E, como tiveram fatos em 2008 se eu comprar com esse que está se indo. O melhor disso tudo, é que, para 2010 posso me empolgar nos planos, já em 2009 não foi de muito êxito e aconteceu tudo errado.

A minha lição com isso é que eu aprendi algumas coisas, perdi algumas coisas, ganhei outras, diminui um pouco a minha dose de loucura diária, fiz coisas erradas, persisiti em outras, acertei algumas. O meu tão desejado 10 no TCC apareceu e, no finalzinho do ano, e, acredito que ganhei uma amiga de verdade!

Preciso agradecer aqui a todos aqueles que fizeram parte da minha vida neste ano, cada um da sua forma. As meninas que me aturaram e seguraram a minha barra no finalzinho agora.

Flávia, minha mais nova amiga. Só desejo coisas boas e ótimas energias pra vc! Que 2010 venha com tudo e que, possamos começar ele com o pé direito!

Jé, Mariah² e Flavi, que me aturaram e me chamaram pra sair o semestre todo e eu sempre as trocava pelo TCC. Obrigada por verem minha banca e me passarem forças em todos os momentos.

Fran e Su, não tenho palavras suficientes para agradecer tudo o que vcs fizeram por mim nesta caminhada, nestes 4 anos de convivio diário. Parabéns pelos projetos e agradeço imensamente por tudo.

Edu, por tudo, por estar presente na minha vida sempre, nos meus dias. Enxugar as minhas lágrimas e tentar me tirar de casa sempre. Pelas longas conversas. Vou te mandar energias em forma de borboletas.

Elo, Kuki, Kassi e Bruna, por serem minhas melhores amigas do Velho Oeste e por não desgrudarem de mim. Pela amizade que construimos desde novinhas também.

Aos meus primos, mais fofos e queridos do mundo, que aguentaram a minha barra sempre e não hesitaram em me mandar forças.

E, Dayllon, pelos puxões de orelha de hoje e não desistir de me fazer entender as coisas.

E, a todos aqueles que se fizeram presente na minha vida de uma forma ou outra neste ano que está indo, como nos demais anos também.

E, e aos meus cromossomos X ;P

Ah, e eu não vim até aqui para desistir agora. Esse post de Natal, tem nada de Natal. Mais um desabafo, mas eu não poderia deixar de agradecer estas pessoas por tudo.

Paz no coração de todos. Neste Natal e em 2010 também, façam amor e não façam guerra! ;P

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“E o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar” (Dayllon)

Paz, Amor, Um Feliz Natal e Um Poquinho de Sacanagem

With Love, Rafinha Wojahn ;P

something

Postado em anônimos e afins em Dezembro 14, 2009 por Rafinha Wojahn

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu….
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão

canção mínima

Postado em Uncategorized com as tags , , , em Dezembro 12, 2009 por Rafinha Wojahn

No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.

E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,

entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta

- Cecília Meireles

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Paz, Amor e Um Pouquinho de Sacanagem

With Love, Rafinha Wojahn

deslizando: nem sim, nem não

Postado em pelo tempo que durar com as tags , , , em Dezembro 11, 2009 por Rafinha Wojahn

Basicamente, uma enxaqueca daquelas e um pouquinho de febre que me instigaram a escrever novamente, já que faz um tempo que eu não faço isso. Faz um tempo que a minha vida anda atrasada e, às vezes vejo diante dos meus olhos oportunidades passarem, que, acho que poderiam mudar a minha vida pra melhor. Mas, acaba que é tão ruim quando as coisas não dependem somente da gente.

Bom, depois do TCC terminado e banca defendida [com direito a 10 e caipirinha com as princess], acontece que a minha vida ainda anda ao contrário e de cabeça pra baixo. Eu estou enlouquecendo ou isso está virando o meu normal? Ah, sim, o TCC terminou e, terminou comigo também e, como terminou comigo…

E, pqp, eu não consigo mais nem terminar um texto e escrever algo descente que desperte a atenção das pessoas e não só das pessoas, minha atenção também para leitura. Eu mereço, eu mereço… Preciso ler mais, mas, nada de metodologia projetual e, nem de pictogramas rupestres… Chega, quero um tempo disso. Mas, artigos sobre joalheria, técnicas de lapidação, continuam sendo bem vindos!

Minhas aulas teóricas terminaram, e daí?! Ninguém quer saber disso… E, esse blog de contos de fatos parece um diário virtual. Estou começando a ficar com pena de quem vai ler esse negócio…

Mudando de assunto, como dúvidas são cruéis. A incerteza me incomoda. Como me incomoda, que medo de dar um passo em falso. Errar, me subtrair. [Meu Deus, eu só posso ter enlouquecido escrevendo isso pra todo mundo ler]. E, não me lembro que disse alguma vez e, eu guardo em um cantinho da minha mente que as dúvidas nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo que elas causam. Não sei ao certo que disse isso, mas, hoje faz parte da minha realidade.

Eu quero ver a frente do meu mundo!

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Paz, Amor e Um Pouquinho de Sacanagem

With Love, Rafinha Wojahn

ainda que seja de noite

Postado em anônimos e afins, pelo tempo que durar com as tags , , , , , em Dezembro 10, 2009 por Rafinha Wojahn

“Há um silêncio dentro de mim. E esse silêncio tem sido a fonte de minhas palavras.”

- Clarice Lispector

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Paz, Amor e Um Pouquinho de Sacanagem

With Love, Rafinha Wojahn ;P